Hiato

breve.

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Cinema em Casa: A Razão Do Meu Afeto (1998)

Source: Google Imagens

Tá aí um filme que me surpreendeu. O que me incentivou a escolhe-lo no catálogo, foi o elenco. Tenho um afeto por Jennifer Aniston e Paul Rudd desde Friends e também curto assistir comédias românticas. Fora isso, pré-julguei o filme como sendo mais um “água com açúcar” – não que isso seja ruim, vai, mas achei que fosse ver um pouquinho mais do mesmo, também pelo fato de não ter lido à sinopse #fail (hahaha).

A história conta a vida de Nina Borowski (Jennifer Aniston), uma assistente social que tem uma relação não tão feliz com o advogado Vince McBride (John Pankow). George Hanson (Paul Rudd) é um professor de escola primária que namora há 4 anos Robert Joley (Timothy Daly) e fica sabendo que seu companheiro irá dispensá-lo através de Nina, em um jantar recepcionado por sua meia-irmã Constance (Allison Janney) cuja filha é aluna de Paul. A partir daí, onde Nina e George se conhecem, é que começa a história dos dois.

George vai morar com a assistente social após o término de seu relacionamento. Eles ficam cada vez mais amigos, dividindo não apenas o apartamento, mas também experiências, principalmente amorosas. Cada vez mais desencantada com Vince, Nina passa a se aproximar cada vez mais do amigo, e sem perceber, apaixona-se por ele. Porém, as coisas se dificultam

quando ela descobre estar grávida de Vince e não querer casar-se com ele, e sim, criar seu filho com George. Nina chega a fazer esta oferta ao amigo, mas ele fica em dúvida, já que seria no mínimo estranho, pois George não pensa em ter este tipo de relação com ela. Nina o assegura de que sua vida não precisará mudar e que eles criaram novas regras. Depois de um certo tempo e de presenciar uma cena entre pai e filho enquanto passa pela rua, George aceita sua oferta e Vince tira seu time de campo. Mas a vida incomum dos

Source: Adoro Cinema

amigos ficará incomum demais para Nina e é a partir daí que sua mente fica confusa e seus sentimentos caem por terra da mesma forma.

O enredo aborda a temática homossexual de forma natural e leve. É interessante a forma como o filme mostra a chegada e saída de tantas pessoas nas vidas uma das outras e quantos tipos de relacionamento se formam com a passagem delas. Também mostra como o destino toma vários caminhos diferentes sem nos darmos conta, simplesmente pelas escolhas que fazemos. Eu, particularmente, gostei muito do filme e recomendo para quem quer relaxar e curtir uma comédia romântica de forma diferente. Paul Rudd está uma gracinha (*-*) e Jennifer me lembrou muito as primeiras temporadas de Friends. Hahaha. Steve Zahn aparece um tanto galã na pele do irmão de George, dr. Frank.

Se você já assistiu a este filme, me conta: o que achou?

Trailer em Inglês (sem legenda)

Shampoo à seco O Boticário

Ganhei de presente de aniversário um produto que há muito tempo tinha vontade de experimentar – o tal do shampoo à seco. Já ouvi falar de várias marcas e várias opiniões sobre eles, mas só faltava uma oportunidade para testar por mim mesma. Então, quando abri o embrulho, fiquei muito contente! :p

shampoosecooboticarioLogo de cara você sente que ele é muito cheiroso. Para usar, conforme as instruções, é só agitar bem a embalagem, colocar a uma distância de 20cm da raiz do cabelo e borrifar um pouco. Não o utilizei ainda no meu cabelo, fiz o teste no da minha mãe primeiro, que tende a ser bem mais oleoso que o meu. Infelizmente não consegui tirar foto, mas vou explicar como o shampoo se comportou.

shapoosecooboticario

Jato forte (tentativa de imagem #fail hahaha)

Assim que foi aplicado no cabelo, o mesmo ficou bem esbranquiçado, por isso, dei uma chacoalhada nas madeixas para retirar o excesso de produto. Depois, com um pente, arrumei o cabelo da minha mãe. O resultado foi um cabelo visivelmente menos oleoso, super cheiroso, porém, um tanto endurecido e ainda um tanto esbranquiçado (o cabelo dela é castanho escuro, mas com vários fios brancos, onde a pigmentação do produto se concentrou). Este aspecto de resíduo ainda um pouco aparente pode ter sido agravado pelo fato de ela não ter muito cabelo, com a raiz já à amostra. Estes foram seus prós e contras até o momento.Sei que fica difícil imaginar como ficou de verdade sem as imagens, mas tentei ser o mais fiel possível quanto a descrição do resultado.

Acredito que o produto deva se comportar de forma semelhante no meu cabelo, que é naturalmente bem escuro. A diferença do meu para o da minha mãe é que o meu é longo, cheio e não-oleoso. Por este aspecto, não costumo a lavar minhas madeixas com tanta frequência, como a minha mãe por exemplo, que por conta do pouco cabelo e da oleosidade, tem que lavá-los todos os dias.

Acredito que o shampoo à seco vai me quebrar um galho danado. Lembrando que ele não substitui de forma alguma uma lavagem, ele é só um artifício para aqueles momentos de pressa em que arrumar o cabelo fica muito inviável e a situação já está um tanto vergonhosa. #quemnunca? Bacana para deixar o cabelo com um aspecto menos ensebado e mais cheirosinho. kkkk.

Gostaria de testar outras marcas em breve para ver se o resultado se assemelha a este do O Boticário ou se terei boas (ou más) surpresas, hahaha. Um que estou de olho no momento, é o da Batiste para cabelos castanhos. Será que fica menos esbranquiçado?

Ah! Algumas considerações: este shampoo à seco é da linha “cuide-se bem” e possui 125ml. Dependendo da quantidade que se coloca (que não deve ser tanta, né), acredito que ele não vá render muito não. Confirmarei nas cenas dos próximos capítulos.

Este produto foi um presente de aniversário, maaaaas, para fins deste post, tomei a liberdade de pesquisar o preço e informar. É feio, né? Mas, vamos pensar que é em prol do “jornalismo investigativo”. kkkkkk. No site do O boticário, ele está por R$ 19,99. Achei um preço interessante, não sei se difere muito dos outros shampoos à seco de outras marcas.

Reviews

Informações do rótulo (clique na imagem para ampliar)

Quem aí é adepto (a) a este tipo de shampoo? Quais as suas impressões?

Todas as fotos foram feitas pela autora do post. Esta resenha expressa uma opinião pessoal, sem fins lucrativos.

Series Addicted: Orange Is The New Black

Hoje vim falar sobre uma das séries que viciou ultimamente: Orange Is The New Black. Abri este espaço para expressar o quão empolgada estou para a 2ª temporada que estreia amanhã (06/06) exclusivamente pela Netflix.

Confesso que tomei coragem para assistir depois de ficar entediada com o término da mais recente temporada de The Big Bang Theory, meu último vício em forma de seriado. Não sou de ficar assistindo todas as séries que são lançadas, nem as mais comentadas, alguma coisa tem que me chamar atenção para me tornar espectadora. E, por algum motivo, OITNB cumpriu este papel. Eu havia lido algumas poucas coisas sobre a história, bem superficialmente, porém, com o final da 7ª temporada de TBBT, o “empurrãozinho” foi dado para descobrir algo novo.

A história foi me cativando à medida que os episódios passavam. O jeito meio “Lost” de contar a vida das detentas me chamou a atenção; fiquei com receio de que fossem passagens desinteressantes que servissem só para encher linguiça, mas me enganei. Gostei muito do enredo de cada flashback, principalmente o da transexual Sophia Burset, vivida pela atriz Laverne Cox.

Os trejeitos de cada personagem também são bem interessantes, o que torna a história mais dinâmica. Divididas entre brancas, negras e latinas, cada qual tem suas próprias histórias e peculiaridades, o que impede que cada uma passe despercebida. Quem não se diverte com a alegria e o jeito próprio de se expressar de Taystee?

As peculiaridades de Suzanne a.k.a Crazy Eyes:

A liderança de Red:

O fanatismo de Doggett:

Os dilemas de Piper:

E muitas outras histórias e personagens para você se deliciar!

Quem mais curte OITNB?

Imagens: Tumblr e Google Imagens

O Batom e o Humor

Eu, como boa apreciadora de maquiagem, tenho uma relação interessante com o batom. Este vai de acordo com meu estado de espírito. Com você é assim também? O que ele diz sobre você?

source: google imagens

Sou bem eclética quando se trata de cores, porém, sempre tem aquela que me chama mais atenção, que geralmente é a primeira escolha entre muitas opções, mesmo já possuindo a mesma cor. É o rosa/coral. Sim, é como se fossem duas cores em uma mesmo, nem muito rosa, nem muito coral. Existe um híbrido pra isso? Hahaha.

Das cores que possuo, cada uma delas representa meu humor. Ela não só concorda com a ocasião, mas também com meu humor. São estas:

– Vermelho: Clássica, certo? Meu tom de vermelho preferido é aquele que não é tão aberto, que tenha um pouquinho de rosa ou um fundo mais azulado. Gosto mesmo dos tons fechados. Quando uso essa cor, geralmente me sinto poderosa. Uso também quando quero um charme a mais, um visual mais clássico, que quase sempre combino com delineador. É uma de minhas maquiagens preferidas (se não for a preferida). O vermelho representa a minha confiança e a segurança em mim mesma.

– Nude: Que difííícil achar o nude ideal! Ainda estou à procura! Hahaha. Assim como a versatilidade da cor, o tom é escolhido por mim em situações diversas. Às vezes quando estou querendo algo discreto, apenas para incrementar

source: google imagens

um pouquinho a “produção” do dia a dia, sem grande firulas. E outras quando quero deixar um visual noturno (uma maquiagem mais carregada nos olhos) em destaque. A cor representa minha discrição ou minha vontade de impactar.

– Rosa/Coral: Meu tom preferido da vida, representa alegria. Tons mais vibrantes expressam bem este estado de espírito. Tons mais discretos competem com a modéstia que traz o nude.

Também gosto de experimentar e ousar com muitas outras cores; quando estou numa “vibe” bem curiosa. ;p Inovar é bom demais também, sempre!

Quais são os seus preferidos? O que eles dizem sobre você?

Dúvidas, sempre dúvidas.

Além dos questionamentos alheios, também me questiono muito, todos os dias. Sei que não sou a única, claro. Cada um lida com suas próprias dúvidas e suas próprias cobranças. Mas há algo que sempre me pergunto: até onde a cobrança alheia afeta minhas próprias escolhas?

Source: google imagens

A sociedade nos cobra tanto e não nos dá nada em troca. Já dizia o meu velho. Essas é uma das grandes verdades da vida que levo sempre comigo. Como muitas pessoas, sempre fui questionada sobre minhas escolhas, desde pequena. Já sofri preconceito dentro do meu próprio âmbito familiar, sempre fui apontada por terceiros quanto a minha aparência. Isso tudo, claro, foi afetando a minha mente e, sempre me pondo dúvidas que pareciam impossíveis de solucionar.

Sempre segui um caminho do “seja você sempre”, independentemente de qualquer coisa. Mas, apesar de uma certa determinação, é difícil lidar. Até hoje, nos últimos dias dos meus 23 anos, ainda recebo comentários de pessoas estranhas, que geralmente dizem: “Nossa, como você é magrinha”, “nossa, como é branca”,”você tem anorexia? vá ao médico!”, “você precisa comer” – este último sendo de autoria de um funcionário de self-service. Veja bem, eu sempre tento seguir à risca a política do “não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você”. Eu não questiono se alguém é gordo, magro, alto, baixo, preto, branco, amarelo. Somos todos seres humanos, afinal. Então, me pergunto: por que diabos isto faz tanta diferença para o outro?

source: google imagens

Bem, este é um assunto que pode se estender muito, mas muito mesmo. Cada um deve ter um problema parecido, até aqueles que praticam a arte da controvérsia. Mas, a verdade mesmo, e mais simples possível é a de que ninguém é perfeito. Todos sabemos disso, mas parece que é difícil de aceitar, não é? Ainda mais nós, mulheres. Somos questionadas a mesma proporção de nossas qualidades.

Por conta de tais comentários, comecei a questionar minha aparência, minha pessoa, e o resultado disso foi uma baixa auto-estima, como esperado. Como alguém que tem dificuldades para emagrecer, eu tenho para engordar, além de outros problemas. Comecei minha busca por algo que eu não era, que provavelmente nunca chegaria a ser e esqueci de me amar e me aceitar do jeito que sou, pelo o que eu sou. O tempo e a experiência me ensinaram a desencanar mais de opinião alheia e procurar valorizar o que tenho de melhor. Esta não é uma luta ganha, mas é um passo muito grande em busca da vitória, e esta só vou conseguir conhecer por completo se eu continuar tentando.